arte no tempo : blog

A Associação Arte no Tempo tem por objectivo a divulgação da arte musical contemporânea através da promoção de eventos culturais, do incentivo à criação e à interpretação, da edição e da realização de actividades performativas.

Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

Manuel Hidalgo em Aveiro

Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011

PLAY, THE FILM



PLAY, THE FILM

UM ESPECTÁCULO CONSTRUÍDO A PARTIR DO FILME
THE GREAT GABBO (1929) de JAMES CRUZE

por CÃO SOLTEIRO & ANDRÉ GODINHO


FESTIVAL TEMPS D’IMAGES 2011 | Teatro Camões
12 Nov. às 21h00 | 13 Nov. às 16h00
12 anos | duração 85 min. | 5€ / marcações: 213 230 074 / 913 057 020


PLAY: The Film, PLAY/ THE FILM, PLAY THE FILM GODDAMMIT.
(Começamos mal)
O que adiante se visionará não é um filme nem um espectáculo de teatro mas o espaço ínfimo entre os dois formatos. Um momento de interferência em que as regras aceites de bem fazer (fazer bem sem olhar a quem) coexistem enervadas e sobrepostas. 
Àquilo que se enuncia logo se renuncia: propõe-se um OLHAR deslocado sobre dois objectos cuja vista se atravanca para que a sua forma original, desprovida de significado, seja apenas matéria da cena. Des/monta-se o filme através do acto teatral, e o invés. Ao filme, aliás, faz-se-lhe de tudo: cortar, colar, inverter, dobrar. Sem qualquer um dos pudores da cinefilia. 
Opera-se sobretudo pela transferência de dados, quer cénicos quer textuais, entre formatos recorrendo a encontros já de si históricos como o do Vaudeville com o Musical de Hollywood, concentrando-nos na figura de maravilhoso mau gosto - o ventríloquo. 
(Não se nos apresentam soluções, apenas o desejo de sublimar neste local o caos instaurado nas nossas cabeças.)


(a wrong start)
What will be seen is not a film or a theatre show but the narrowest space in between the two formats. A moment of interference in which different rules of the well made coexist.
To each enunciation, there will be an immediate renunciation: proposing a displaced LOOK over two objects, whose sight we overlap so that its original form, bared of meaning,
becomes working material. The film is re/ edited through theatre and the opposite.
Everything will, anyway, be inflicted onto the film: cut, paste, invert, dub. With no embarrassment.
This will be operated through the transference of scenic and textual data using historically connected elements of the Vaudeville and the Hollywood Musical, and mainly the
beautifully preposterous figure of the ventriloquist.


Um espectáculo dobrado por :
André Godinho / Frank . Joana Manuel / Mary . Nöelle Georg /Babe . Paula Sá Nogueira /Otto . Paulo Lages / Gabbo .
Participação especial de :
António Gouveia . Michelle D'Orleans e CAIS SODRÉ CABARET

Mariana Sá Nogueira/ figurinos
André Branco / som
Joana Dilão / produção
Agradecimentos: António Sousa Dias . João Pereira . Petra Farinha . Teatro Trindade . Teatro O Bando

http://caosolteiro.blogspot.com
estrutura financiada pelo Secretaria de Estado da Cultura / DgArtes

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Quinta-feira, 9 de Junho de 2011

criadores...



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Domingo, 15 de Maio de 2011

Master Class - Ricardo Ribeiro


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Domingo, 24 de Abril de 2011

Worldwide Pinhole Photography Day


É hoje!


...um novo vício.

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Sábado, 12 de Março de 2011

Música Barroca - amanhã!


Fomos assistir ao ensaio geral e recomendamos.
O programa é interessante e os intérpretes também fazem coisas interessantes.
Amanhã, às 11h00, no Teatro Aveirense.


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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

em Serralves



QUAL É O SOM DA FRONTEIRA NO PORTO?
COM O COLECTIVO ULTRA-RED
CASA DE SERRALVES

APRESENTAÇÃO PÚBLICA DO PROJECTO
19. Fevereiro (Sábado), 16h00

WORKSHOP
20-25. Fevereiro. 2011 (Domingo a Sexta-feira), 10h00-16h00
Espaço do workshop aberto ao público entre os dias 22 e 26 de Fevereiro, das 13h00 às 14h00 e das 16h00 às 18h00.

APRESENTAÇÃO PÚBLICA DE RESULTADOS DOS WORKSHOPS
26.Fevereiro.2011 (Sábado), 18h30


Os artistas sonoros Ultra-red e o colectivo anti-racista The Rural Racism Project convidam à participação num curso de uma semana de investigações sonoras, durante as quais se procurará escutar os sons das comunidades em resistência contra noções de fronteira. Passeios sonoros pela cidade, gravações, composição, performances sonoras, diálogo, comida e tempo social partilhado, irão conduzir-nos ao longo de um processo no qual mapeamos e damos sentido a espaços e práticas de resistência, a histórias passadas de lutas em contextos migratórios, à forma como se altera a fronteira em tempos de austeridade, ajudando-nos a aprender, uns com os outros, novas formas de organização contra ela.

O curso é aberto a qualquer pessoa envolvida em práticas colectivas.
Não é necessária experiência em práticas artísticas.
O workshop decorrerá em inglês, contando com a presença de elementos que traduzirão para português.
O programa é integralmente gratuito, com oferta de almoço. Os lugares serão limitados, pelo que se aconselha uma inscrição antecipada.



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VIII curso de música antiga da ESMAE